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O que é ASD (Adaptive Software Development)? | Blog Unigran Net

No trabalho de desenvolvimento de softwares existem algumas técnicas que visam a otimização de tempo e potencialização do projeto dado àquela equipe. Dentre essas técnicas está o Adaptive Software Development – ASD.

Acompanhe o artigo para entender como essa técnica funciona e quais os seus benefícios para o desenvolvimento de softwares. 

METODOLOGIAS ÁGEIS

Antes de entender o que é o Adaptive Software Development, é preciso compreender o que são as metodologias ágeis e como elas funcionam. 

Essas metodologias são um conjunto de práticas que visam proporcionar uma forma de gerenciamento mais adaptável a mudanças. 

Com elas há o entendimento de que para cada etapa ou novo ciclo é preciso sim ter funções pré-determinadas. Mas que também sejam fáceis de se adaptar a urgências ou novos planos de negócio que proporcionem uma entrega mais rápida e frequente. 

O QUE É O ASD (Adaptive Software Development)?

O Adaptive Software Development (ASD) é uma técnica para o desenvolvimento de softwares, proposta por Jim Highsmith, engenheiro de software americano e autor de livros na área de metodologia de desenvolvimento de software.

A definição dada pelos criadores do método é que o ASD “incorpora o princípio de que a adaptação contínua do processo ao trabalho em questão é o estado normal de coisas”.

Portanto, a proposta desse modelo era proporcionar maior colaboração humana e auto-organização da equipe dentro de cada setor, sempre estimulando constância. 

Além disso, o ASD tem como foco de atuação os problemas de sistemas complexos, para grandes desenvolvimentos. 

CARACTERÍSTICAS:

Algumas das características que fazem parte da técnica ASD são:

  • Objetivos bem definidos: Por meio de um planejamento, a técnica ASD prioriza iniciar os projetos com uma definição clara sobre quais são os objetivos do desenvolvimento que moverá a equipe. Dessa forma, os colaboradores trabalharão com um propósito. 
  • Preparo para lidar com os riscos: Entendendo a possibilidade de erros ou imprevistos, o ASD prepara a equipe para lidar com os riscos durante o desenvolvimento. Com isso, não há frustrações e os colaboradores conseguem olhar para frente buscando novas soluções.
  • Orientação nas tarefas: Com o intuito de que a equipe colabore e aprenda entre si, o ASD estimula orientação para as tarefas. 
  • Foco nas funcionalidades do desenvolvimento do software: Uma vez que a funcionalidade daquela tarefa está clara na cabeça da equipe, é muito mais fácil manter o foco e enxergar as melhores formas de atingir aquele objetivo. 

AS ETAPAS DO ASD:

Através de um ciclo dinâmico, as etapas do ASD garantem um aprendizado contínuo e a adaptação necessária aos projetos. Conheça as três:

(Fonte da Imagem: CBDS).

Especulação:

Aqui se dá o início do projeto através de um planejamento em equipe. Há portanto uma análise dos requisitos do projeto que será realizado, às necessidades que precisam ser atendidas, quais as possibilidades de resolução, os colaboradores envolvidos, o que cada um irá realizar e as etapas até chegar ao final.

Colaboração:

Essa é uma parte que exige muita compreensão, flexibilidade e motivação dos trabalhadores. Isso porque, ainda que o planejamento seja feito de forma impecável, sempre há empecilhos pelo caminho e estes exigem colaboração para que não se tornem problemas maiores. 

Uma comunicação colaborativa ganha destaque e tem mais chance de obter sucesso em seus projetos. A equipe precisa construir em conjunto críticas construtivas, conhecer e desenvolver novas habilidades, comunicar os problemas de forma clara e incentivar uns aos outros a pensamento criativo individual a fim de achar uma solução efetiva. 

Aprendizado:

Etapa indispensável para garantir total aproveitamento da implementação do ASD é ter uma equipe que não se limite às suas próprias ideias. 

Por vezes, os colaboradores podem acreditar demais em seus próprios conhecimentos sobre a tecnologia, e isso às vezes pode não gerar o resultado desejado. 

Então, fica claro que o trabalho em equipe vem para somar, ajudar e ensinar os trabalhadores a aumentar o seu grau de conhecimento sobre o projeto sem se limitar. 

Dessa forma, o projeto é concluído e a equipe adquire ainda mais conhecimento.

PRINCIPAIS VANTAGENS:

  • É utilizada para aprender com os erros e iniciar o ciclo de desenvolvimento novamente;
  • Utiliza as informações sobre as mudanças para melhorar o desempenho do software;
  • Promove o trabalho em equipe e valorização da mesma;
  • Utilização em projetos que precisam de acompanhamento e avaliação constantes dos clientes;
  • Flexibilidade de adaptação do planejamento em qualquer etapa do projeto;
  • Enfoque no usuário, que gera um software mais intuitivo.

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Leia também O que é UX (User Experience)?


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