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Por que a Cidade Proibida tem esse nome? | Blog Unigran Net

Uma das principais atrações turísticas da China, a Cidade Proibida é considerada uma das mais interessantes obras arquitetônicas da antiga civilização.

A Cidade Proibida é o lugar mais importante e visitado de Pequim, especialmente para os cidadãos chineses, que atualmente podem passear por esse lugar que era antes impenetrável. 

Quer saber mais sobre a história desse lugar? Acompanhe o artigo!

A história da Cidade Proibida:

Por quase cinco séculos, a Cidade Proibida foi a casa do Imperador, sua família, um grande número de serviçais, concubinas e herdeiros. 

Localizada no centro da antiga cidade de Pequim, hoje é considerado o maior palácio da China, sendo centro político e cerimonial do governo Chinês e acolhe atualmente o “Palácio Museu”.

A sua construção demorou quatorze anos para ser concluída e ocorreu durante o governo do imperador Yung Lo, o terceiro monarca da dinastia Ming. Por possuir 720 mil metros quadrados, a demora de sua construção é justificável. 

Além disso, havia um belo Jardim Imperial que ocupava uma extensa área onde a família do Imperador poderia passar horas meditando, jogando xadrez ou bebendo um bom chá. 

Ainda naquele amplo jardim, havia um Salão da Paz Imperial, um templo religioso construído em homenagem à deusa Xuan Wu, a divindade das águas. Isso porque havia muitos problemas com incêndios na cidade e a devoção prestada à Xuan Wu era constante. 

O nome “Cidade Proibida”:

O nome “Cidade Proibida” foi dado por conta do rígido sistema de segurança que controlava a saída e entrada de pessoas no local. Por isso, a grande maioria dos funcionários que viviam na cidade poderiam viver sem nunca colocar os pés para fora daquela suntuosa obra.

O portão meridional era uma das principais vias de acesso à Cidade Proibida. Contudo, o seu uso era apenas para alguns conselheiros reais, membros da classe militar e o próprio imperador tinham liberdade para entrar e sair por aqueles portões. 

Por ser uma construção muito grande e de grande importância para a China, a segurança era uma das maiores prioridades ali. Portanto, havia uma grande muralha com 3,4 quilômetros de extensão e dez metros de altura protegia toda a cidade.

(Fonte da Imagem: Apuntes de Arquitectura).

Além disso, havia um grande fosso com seis metros de profundidade que tinha como objetivo evitar qualquer possibilidade de invasão. 

A Galeria da Harmonia Suprema:

A Galeria da Harmonia Suprema tem cerca de 30 metros acima da praça dentro da Cidade Proibida. É o centro cerimonial que faz homenagem ao poder imperial e é a maior estrutura em madeira sobrevivente na China. 

No centro da Galeria há um caixote decorado com um dragão enrolado. Na sua boca há um conjunto de bolas de metal em forma de candeeiro, denominado de “Espelho Xuanyuan” (Imperador Amarelo).

Durante a Dinastia Ming, o Imperador reunia na Galeria da Harmonia Suprema a Corte para discutir assuntos relacionados ao estado. Mas vale ressaltar que o espaço apenas foi usado com propósitos cerimonial, tais como coroações, investiduras e casamentos imperiais.

Uma curiosidade engraçada é que, para homenagear a majestade do Imperador, a Galeria da Harmonia Suprema possui nove secções ao comprimento e cinco na profundidade, que são os números símbolos da família imperial. 

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Leia também: A Relação de Turismo com Crescimento Econômico.


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